Fazê-la sentir sua falta através de texto

5. A pior forma de sentir falta de alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca vai poder tê-lo. 6. Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiveres triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso. 7. Pode ser que você seja somente uma pessoa para o mundo, mas para uma pessoa você seja o mundo. 8. É primordialmente importante entendermos que a saudade precisa ser despertada em nossos parceiros de forma não intencional. Ou seja, para que seu parceiro realmente sinta sua falta e venha lhe procurar, você precisa se lembrar que isso não pode ser alimentado por nenhum truque, manipulação ou muito menos simpatia.. O efeito disso a curto prazo pode até funcionar, mas se você não ... Lembre-se: mensagens de texto não têm a mesma intensidade da paquera na vida real. Verifique sempre a ortografia e a gramática. O pior cenário é a pessoa interpretar o texto erroneamente ou não entender nada do que você escreveu. Não force a barra para fazê-la gostar de você. Não tenha medo de fazer perguntas. Ao sentir que conseguiu fisgar sua ex novamente e até deixá-la um pouco enciumada, é hora de conferir se ela realmente deseja namorar você de novo. Talvez não seja possível ter 100% de certeza, mas ter uma ideia geral é o suficiente para não fazer você pagar um grande mico por ter interpretado erroneamente os sinais. Aviso de conteúdo sensível/trigger warning: Este texto contém alguns relatos de automutilação, ideação suicida, linguagem gráfica e péssimo artesanato. Não há local mais heterogêneo ... Se você chegou aqui, eu sei que você está procurando muito mais do que frases para conquistar uma mulher. Muito provavelmente, pelo menos uma vez, você já se decepcionou por não conseguir fazer uma mulher sentir mais do que amizade, te ver como o homem dela e implorar uma chance. Evite telefonemas longos ou conversas de texto, ainda mais se isso é algo que você está fazendo diariamente. Se você está disponível para ela constantemente, suas chances de ela sentir falta de você é zero. Perceba que se costuma fazer isso sempre ela já não mais vai sentir saudades ou sentir vontade de te ligar. Deve fazê-la sentir desejo por si. Ela tem de sentir aquele impulso incrível de ser seduzida. Ela tem de se sentir muito desejada por você. ... Você pode acessar ao chat de namoro através do seu celular ou através do seu computador . Namore em qualquer parte usando o celular. ... Falta de atenção. Ela explica que o vínculo é, sim, uma relação afetiva, mas não significa bajular, dar beijos ou passar a mão na cabeça da criança, no sentido da superproteção, mas fazê-la sentir-se segura, valorizada e acolhida no ambiente escolar. “É fácil perceber se há vínculo entre a criança e seu educador. 2. Mantenha suas emoções a flertar com uma menina através de texto. Bem, essa menina está em sua mente e você quer fazê-la sentir que o quanto você está dentro dela, mas mensagens de texto ela o dia todo não iria ajudá-lo em tudo. Quando você quiser flertar com uma menina sobre o texto que você deve tentar mantê-lo em um limite.

Minha experiência com SRS, parte 2: a cirurgia e os dias no hospital

2019.08.17 07:30 taish Minha experiência com SRS, parte 2: a cirurgia e os dias no hospital

Em geral prefiro dar mais tempo, distância e perspectiva para dividir minhas experiências. No entanto, quero aproveitar enquanto está fresca essa fase da recuperação da minha SRS.
Essa é a parte 2 de ?, sem periodicidade definida. Por enquanto estão planejadas a parte 1, sobre a escolha do cirurgião, e a 3, sobre a recuperação em casa.
Este, como qualquer relato, se refere à minha experiência, com o meu cirurgião, nas minhas circunstâncias de saúde, anatomia, etc. Não é de nenhuma forma uma narrativa universal. A intenção, como sói acontecer, é ajudar a preparar outras mulheres que irão passar pela SRS ao fazê-las atravessar esses eventos através do texto. Mesmo que não tenham experiências iguais à minha, haverão pontos de contato; e estar preparada, nesse caso, quanto mais, melhor.
 
Conto que minha cirurgia começou três dias antes, na sexta-feira. A preparação intestinal me dava um pouco de calafrios, pois: 72h de dieta líquida translúcida, que eu lidei com caldo de feijão peneirado, sucos de maçã e laranja, gelatina e três ovos/dia. (Sabia que ovo não deixa resíduo na digestão? Nem eu.) Proteína salvadora: tinha medo de ficar fraca, e ainda tinha que pegar um avião no domingo. Mas nem. Tive um pouco de dor de cabeça, mas nada além disso. E um tanto de mau humor, né, três dias sem comer direito (e já dez sem hormônios) mexe com a gente.
Além da dieta, sexta e sábado foram de tomar laxante. Mmmmm. No fim das contas, até decente, pois me deixou dormir em paz. Aliás, dica: se for comer gelatina, não come as vermelhas, que vai sair vermelho também e é uma visão bem ruim, mesmo sabendo que é só gelatina. Outra dica é esperar passar o "fluxo" pra tomar um banho e hidratar beeem a área do local de saída. Fica ardidíssimo dos ácidos intestinais (ou o que o valha), e essa é a parte mais desagradável; mas me surpreendi com a velocidade de regeneração de um dia pro outro, e acho que manter bem hidratado ajudou.
Intestinos vazios e preparados, viajei domingo pra Florianópolis.
///
Na segunda-feira, acordar cedo, ir pro hospital, fazer check-in, ir pro quarto esperar a hora. Hospital pequeno, só para cirurgias e procedimentos, sem luxo, mas adequado. Logo vem um enfermeiro (muito muso, provável homem mais lindo dessa ilha) medir sinais vitais e botar pulseirinha. Uma hora se passa, muito longa (eu saí de casa cedo demais), até que o cirurgião chega. Conversamos, ele me passa alguns protocolos e ensaiamos: a posição que irei ficar na cama por cinco dias, como me mover pra saidescer dela, como caminhar. Em seguida a cirurgiã auxiliar chega também. Eles seguem para o centro cirúrgico, eu também me preparo e vou logo depois. Muso me leva até a sala de cirurgia. Sou recepcionada por uma médica incrivelmente doce, vamos de mãos dadas até a cama, onde me deito. A anestesista consegue ser ainda mais fofa, segura minha mão e me acaricia os cabelos enquanto faz algumas perguntas e me diz o que vai acontecer em seguida. Sério, esses momentos foram de ternura overload, quis trocar telefone, ficar amiga, casar com elas, sei eu. Sei que me fizeram muito bem, surpreenderam, acolheram e distraíram de um jeito bom.
Olho pra cima e vejo as múltiplas luzes sobre mim. Desde que marquei a cirurgia, cinco meses atrás, senti basicamente de tudo -- ansiedade, euforia e antecipação, principalmente. Mas medo, medo mesmo, esse foi o único instante em toda a história. Não que saiba explicar muito, mas acho normal; simplesmente o frio na barriga de que, ok, isso realmente tá acontecendo, estou prestes a ser reconstruída e reconfigurada e espero que fique tudo bem, talvez esse desconforto da ideia do coma da anestesia geral. Mas não durou mais que uns 30 segundos, também. A anestesista fofa avisou que eu teria uma tonturinha, eu sinto as mucosas da boca ficando estranhas e... geladas? Fecho os olhos e--
Acordo como se tivesse apenas piscado. É bem estranho, como se o tempo não tivesse passado. Tinha alguém na sala comigo, não sei dizer quem era. De alguma forma perguntei se havia corrido tudo bem; tudo, tudo bem. Perguntei também quanto tempo havia ficado em cirurgia, e me assustei com a resposta: mais de 7h30. Confirmei se havia ocorrido alguma complicação -- não, nenhuma, foi tudo certo. Que coisa. Tentaram me levar pro quarto, o cirurgião irrompeu em algum ponto, brabo dizendo que havia avisado que era pra esperar que ele iria junto me levar. Finalmente chegamos, fui passada pra cama, e colocada na posição em que deveria ficar: deitada de costas, coxas bem afastadas, dando o máximo espaço possível para o púbis. Articulação dos joelhos apoiadas em mochinhos pra segurar o peso, pernas dobradas pra dentro pra caber na cama de solteiro. Mandei algumas mensagens curtas por whatsapp, fiquei com minha mãe e tia no quarto, conversando de leve. Não sei bem dizer o que sentia; sair dessa anestesia toda me deixou meio embotada, memória cheia de buracos, sobram flashes. Mas era positivo. Saber que a cirurgia tinha acontecido era uma sensação muito gostosa, mas não ainda aquele cair da ficha.
Daí começou a parte complicada.
Demorei uns dez minutos naquela posição, na cama pequena e de colchão muito duro, pra começar a sentir dor nas costas, comichão por tudo, e a necessidade incrível de me virar, me mexer, ajeitar. Dor no local da cirurgia, nada; mesmo quando senti que a anestesia local foi passando. Mas começou a me dar uma agonia de não poder me mover, e isso eu não estava esperando. Eu sabia que teria restrições de movimento mas não tinha imaginado assim. Não demorou pra me bater um desespero de pensar: não vai dar, eu vou ter que me virar, não vou aguentar, preciso me mexeeeer. Era segunda, e eu teria de ficar naquela posição até sexta. Só o que podia fazer -- e fazia, repetidamente, buscando um alívio momentâneo, e passar o tempo -- era tirar o mochinho de baixo do joelho, esticar a perna lentamente pra fora da cama, ficar assim um instante, recolocar a perna na posição, fazer o mesmo com a outra, e tudo de novo num looping. Senti o pé esquerdo dormente, formigando, parecia inchadíssimo (mas era só sensação). A posição, deitada e sem poder reclinar as costas, não ajudava a usar o telefone, e impediu ver tevê. Fiquei olhando pela (belíssima vista) da janela, tentando não pensar no meu corpo, nem no tempo.
Não dormi na segunda-feira. Passei a noite pedindo sedativos para os enfermeiros, mas nada (compreensivelmente). Cirurgião veio me ver terça de manhã, pedi a ele. Disse que não me daria, pois um sedativo leve não faria efeito, e um suficiente seria pesado demais e eu acabaria saindo da posição que, enfim, é importante manter. Passei o dia muito mal e muito desconfortável. Insisti na visita da noite, ele decidiu me dar um rivotril. Bênção! Dormi a noite toda, mais muitos períodos do dia na quarta-feira.
Na quarta, bastante coisa aconteceu. Pé esquerdo seguia morto, mas parecia um pouco mais sensível. O cirurgião me ensinou a limpar os pontos, o que significou usar um espelho com cabo e me ver pela primeira vez. Me espantei, pois apesar de ultramegainchada, era já tão bonitinha! Fiquei óun de ternura, e lembro que as palavras exatas foram "óun, olha, sou eu". Queria, mas não chorei, prestando atenção no tutorial de higienização. Meu intestino deu sinais de vida (gases!), o que significou que à noite pude reiniciar a dieta líquida. (Até então, não pude tomar nem água; tudo via soro.) Nesse dia também dei meus primeiros passos. Antes: arrastar a bunda e as costas na cama, lentamente pra não mexer o púbis, até o limite da cama. Fazer uma manobra na lateral pra apoiar apenas o cóccix ao sentar, e ficar em pé. (Essa ainda é a forma de deitar e levantar até agora.) Passos, na verdade apenas meios-passos, cuidadosos, um caminhar de pernas abertas feito pato (que também continua até agora). Percorri uns três metros até um sofá, quando me deu uma gigantesca tontura e eu comecei a suar como se tivesse 50°C. Sustinho, mas previsto. "Descansei" sentada no cóccix por um instante, e voltei pra cama. Se bem me recordo, nesse dia o cirurgião me visitou 3 vezes, sempre limpando meus pontos e verificando a cicatrização. Perguntei se tomaria clonazepam outra vez, mas não; achou melhor me dar um relaxante muscular. Efeito acabou sendo nulo e foi outra noite de agonia sem dormir. Precisava reencontrar minha subjetividade, então ouvi uma mixtape de ambient cheia de favoritas. Finalmente chorei, ao ouvir "Above Chiangmai", como esperava. Minha mãe perguntou se era de feliz; assenti. Completava exatos 3 anos e 7 meses de transição, incrível pensar em tudo que mudou na minha vida (agora, de fato, basicamente, tudo).
Na quinta, depois de minhas múltiplas reclamações sobre não-descanso e me sentindo traída, fui prometida rivotril à noite. Foi outro dia péssimo, de dor nas costas e angústia daquela posição. Numa das duas visitas, cirurgião retirou meu molde (também conhecido como packing/tampão -- o enchimento que fica dentro da vagina pra formacicatrizar o canal). Não senti nada; não doeu pra tirar, não me incomodava antes, não tive alívio depois. O catétesonda urinária, aliás, que era uma das partes que mais temia, se revelou ser uma mão na roda, na real. Não senti qualquer incômodo, nem vontade ou sensação de xixi -- simplesmente acontecia. Umas duas vezes senti que precisava fazer, e isso era porque a bolsa tinha de ser esvaziada. Como tinha tirado o molde, não caminhei nesse dia. Evoluí pra dieta pastosa. O pé esquerdo finalmente voltou ao normal, ufa. À noite, o clonazepam resolveu me sacanear. Meio-dormi mas não descansei -- fiquei pesadelando/delirando com cenas agressivas, aceleradas, violentas, que me acordavam constantemente e fizeram a agonia da noite se arrastar. Tipo, PORRA. Foram uns cinco ou seis 'sketches' longos, só lembro de um, em que fazia um artigo pra faculdade cartografando com agulhas todos os pontos do meu corpo que doíam (o único que não doía era o local da cirurgia). Noiadíssima. Aparentemente, isso é algo que pode acontecer? Nunca tinha tomado rivotril antes (nem feito qualquer cirurgia, ou baixado hospital, tudo muito novidade por aqui). Enfim, outra longuíssima e exaustiva noite.
Na manhã de sexta, a cirurgiã auxiliar veio me ver bem cedo; me examinou, caminharíamos, e se fosse tudo bem, receberia alta. Foi tudo bem, várias voltinhas pelo quarto, sem tontura. Tive alta no começo da tarde. Cena bacana: sentar na 'ponta' da bunda pra levantar e me vestir, olhar pra baixo, e não ver nada no meio das pernas. Momento ooooooh isso é novo, isso é bom, isso é muito muito bom, aquele sorriso que brota, meio besta, o cérebro mezzo "wait-what?" mezzo "arram, confere com o que tá escrito aqui no mapa, segue o baile". Confesso que depois de cinco dias deitada, tendo dormido quase nada, tava meio temerosa de passar mal caminhando até o carro; me apoiei no braço do enfermeiro-muso, procurando focar na tarefa e não pensar bobagem. Mas foi tudo super bem. Pena que não tinha como me despedir de todo o staff, em geral muito querido e atencioso. Não sei exatamente como venci os cinco dias/quatro noites de internação -- acho que venci porque tinha que vencer, né, que outra opção real haveria. Enquanto houvesse de onde tirar obstinação pra permanecer no raio da posição, eu insistiria. Que bom que consegui. Não é pra assustar ninguém, esse relato; faria tudo de novo sem pensar duas vezes. Mas estejam mentalmente preparadas pra essa possibilidade ou adjacências, e quem sabe, aprendam meditação. Foi a única coisa que pensei que talvez pudesse ter me ajudado.
///
Vou deixar pra falar da fase de recuperação seguinte, no apto, num outro momento, mas pra tranquilizar: na hora em que pude deitar numa cama confortável, de casal, com espaço e bons travesseiros pra apoiar a cabeça e as pernas, tudo ficou 23899237% melhor. Tô cracaça de dormir de barriga pra cima agora, durmo a noite toda um sono ótimo (exceto que a bexiga me acorda pra ir fazer xixi, estou tendo de lidar com essa novidade (nunca fui de acordar no meio do sono pra ir ao banheiro, espero que isso passe quando pude voltar a dormir na posição favorita)). Acho que o caos todo foi mesmo o raio da cama extremamente terrível do hospital, e a falta de espaço pra ajeitar adequadamente as pernas.
 
A frase que gravei e trago como mantra, passada por alguém que esteve nessa situação antes de mim, é: SRS não é um evento, é um processo. Faz uns cinco/seis anos que leio tudo que é relato sobre a cirurgia, então não sei se posso dizer que não sabia -- mas certamente venho me surpreendendo ao passar pela recuperação. É realmente ir construindo, trabalhando, terminando essa genitália reconstruída; acompanhar sua evolução, encarar percalços e dificuldades e imperfeições, enfrentar ansiedades de querer estar pronta, ir pra vida. Mas faz parte, e também cheio de bons momentos, descobertas muito gratificantes, e poxa, é um conquistar de sonho que vai se cristalizando. A ficha aquela não caiu por inteiro, vem aos poucos; às vezes me invade essa coisa boa, sensação de que essa disforia se foi, apesar de que não pude testar direito, na vida lá fora ainda -- mas quando imagino, é bem como me imaginava antes, confortável comigo, pronta pra tudo, aberta pra vida. Mas falamos mais sobre isso mais adiante, quando eu tiver coisas mais factíveis pra trazer.
Partes 1 e 3 do relato em breve. <3
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