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Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

2020.07.23 10:09 diplohora Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Salrios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Salrios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Salrios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo proprietrio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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2020.07.04 17:34 Natsu-Toswio Descrição das Atualizações do TownCenter - Versão 1.0 ao 1.9

Descrição das Atualizações do TownCenter - Versão 1.0 ao 1.9

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Olá pessoas! Como estão?
Nesse post estarei fazendo uma descrição das atualizações importantes que foram feitos no protótipo TownCenter e sua data de lançamento ao lado. Com isso, vocês poderão compreender de forma precisa o andamento do jogo e no que foi trabalhado até o momento. Lembrando que se você era jogador(a) do SmallWorlds ativo(a) pelo menos por um ano antes do encerramento em 08 de abril de 2018 e não foi banido(a), pode importar sua conta e acessar a fase de desenvolvimento no site: https://www.towncenter.app/
No momento, contas do MiniMundos não podem ser importadas e não há uma previsão da liberação de novos registros. Fique atento(a) que divulgaremos aqui novas informações.

Lançamento do protótipo TownCenter - 18/12/18 \Momento de Nostalgia)
  • Importação de conta apenas para jogadores do SmallWorlds;
  • Visualização do avatar mais ativo;
  • Lista de amigos (amizades importadas da sua conta do SmallWorlds) sem a opção de chat no TownCenter;
  • Visualização dos itens que o usuário tinha no SmallWorlds (não é possível usar esses itens);

TownCenter 1.0 : CHAT - 22/05/19
https://preview.redd.it/sajrafz30v851.png?width=589&format=png&auto=webp&s=cd1e0699f5e4adfd06ce1189b59bc8fa8c0d9b75
  • É possível enviar mensagens para amigos existentes do SmallWorlds que também ingressaram ao TownCenter;
  • O campo de entrada do texto é HTML padrão (para que você possa copiacolaverificação ortográfica, etc!)
  • Mensagens offline são suportadas;
  • Histórico completo da conversa;
  • Os emojis são suportados dentro do chat, porém não há o seletor de emojis;
  • Você pode silenciar conversas sem o infrator saber;
  • É possível saber que a mensagem foi visualizada quando o circulo delineador se transforma em um circulo sólido azul;
  • A indicação de digitação também é suportada nessa atualização, para que você saiba quando seu amigo está digitando.

TownCenter 1.1 : ADICIONAR AMIGOS - 02/09/19
Adicione o nome do cidadão na caixa de texto e clique em Add Friends.
  • É possível adicionar amigos ilimitados na sua Lista de Amigos;

TownCenter 1.2 : CHAT EM GRUPO - 31/08/19
https://preview.redd.it/o9iuzgvsuu851.png?width=415&format=png&auto=webp&s=e834c31ec7b20c22bddf1c24bb5ed887b7257f73
  • Criação ilimitadas das salas de chat;
  • É possível adicionar 50 amigos no chat em grupo;
  • É possível editar e excluir as mensagens;
  • Sair do chat;
  • Remover os cidadãos do seu chat;
  • Lista de participantes;
  • Chat inicial - Possível conversar com você mesmo, salvar anotações, testar os emojis e etc.

TownCenter 1.3 : DRAG DROP - 10/10/2019
https://preview.redd.it/u6lp5wb60v851.png?width=598&format=png&auto=webp&s=2c4dcc8ff66ec6a2e2b7d014a1e3e8bbc5982ffa
  • Introdução ao Drag Drop ao jogo, conhecido por arrastar e soltar objetos.
    • Com esse recurso é possível reorganizar os menus do TownCenter, enviar cartões de amigos ao chat, adicionar amigos em um chat novo e/ou existente.

TownCenter 1.4 : SOBRE MIM, NOTIFICAÇÕES E APRIMORAMENTO NO BATE PAPO - 14/11/2019
https://preview.redd.it/0ns9207jvu851.png?width=501&format=png&auto=webp&s=c09e0ea64d4db6482f98423ae5609bcbac43d16d
  • Os avatares são visíveis no painel Lugares;
    • Com isso, é possível visualizar os avatares de outros jogadores nos bate-papos privados e em grupos.
  • Alteração no perfil e sobre mim do seu cidadão disponível;
    • Agora você pode incluir informações como: seu sexo, status de relacionamento, país, escolaridade, ocupação profissional, idioma e signo. Além de incluir uma área de texto livre na qual pode ser utilizado para descrever melhor o tipo de pessoa que você é e seus interesses.
https://preview.redd.it/wu5ck2bywu851.png?width=302&format=png&auto=webp&s=4beeeeccd7a7a6a4dc59ddea15982ce9b0cb6316
  • Visualizar o perfil de outros cidadãos;
  • Notificações;
    • Deixando o TownCenter em execução e alternar a guia do seu navegador, é possível receber notificações que alertam sobre mensagens recentes.

TownCenter 1.5 : SELETOR DE EMOJIS, DISPLAYNAME E FERRAMENTAS DE MODERAÇÃO PARA O CHAT - 18/12/2019
  • Seletor de Emojis disponível;
    • Esse painel pode ser encontrado clicando no simbolo do sorriso. Diante disso, é possível adicionar emojis que estão disponíveis no seletor (sem precisar copiar e colar de outro site), pesquisar por emoticons, usados recentemente, categorias, código ao passar o mouse sobre eles e futuramente será o lar dos emotes exclusivos do TownCenter que serão conectados ao sistema de coleção rara do jogo.
https://preview.redd.it/jjfq3wjmwu851.png?width=586&format=png&auto=webp&s=f8b232edaa5db40152c139919854031fe04f3786
  • Ferramentas de moderação no bate-papo:
    • Freeze chat (congelar bate-papo): bloqueia as conversas dentro do chat, fazendo com que apenas o usuário moderador possa enviar mensagens.
    • Remove Citizens (expulsar cidadãos): expulsa um ou mais cidadãos que estão causando problemas com apenas um clique do mouse. Você pode escolher o tempo determinado que esse jogadores estarão impedidos de entrar no chat.
    • Mute Citizens (silenciar cidadãos): semelhante ao remove citizens, porém apenas silencia os cidadãos sem a necessidade de expulsar.
  • Ao passar o mouse sobre um cidadão visível no painel Lugares, é possível visualizar o nome deste avatar dentro do jogo (DisplayName);

https://preview.redd.it/0xclnbwuvu851.png?width=290&format=png&auto=webp&s=80dd84e951689bcf1c28df7449ab5333a22d1532
  • Correção de pequenas falhas.

TownCenter 1.6 : SITE EM MOBILE, CHAT EM GRUPO PUBLICO E MELHORIAS DIVERSAS - 09/03/2020
https://preview.redd.it/jostb3490v851.png?width=596&format=png&auto=webp&s=f5f92e53947482cdb3420a99a43024232f0885a9
  • Melhorias para acessos ao TownCenter em aparelho mobile;
    • O TownCenter agora funciona muito melhor em smartphones. Não é perfeito e não possui suporte a arrastar e soltar, mas usá-lo é muito mais fácil.
  • Chat em grupo público e melhorias disponíveis:
    • Privado/Público: Criar um bate-papo agora oferece duas opções: privado ou público. Isso permite que você crie bate-papos que apenas o administrador pode adicionar cidadãos. O modo público permitirá que os cidadãos convidem outras pessoas para o seu espaço.
    • Renomear o chat do espaço: Agora você pode atribuir um Nome e Descrição de sua escolha ao chat do espaço!
    • Promover Cidadãos: Admin, Moderador, Comerciante e Cidadão. Se você criar um bate-papo, você é o administrador, o que permite controlar tudo. Você pode atribuir moderadores, que podem excluir mensagens, silenciar e remover cidadãos, congelar o bate-papo e atribuir comerciantes. Os comerciantes eventualmente permitirão que os cidadãos tenham permissão para vender colecionáveis ​​dentro dos quartos.
    • Recolorir cidadãos no menu: para ajudar na visualização dessas diferentes funções, o Citizens será codificado por cores no menu. Admin = Vermelho, Moderadores = Laranja, Comerciantes = Verde, Cidadãos = Azul.
    • Mensagens de convites de bate-papo: Para ajudar com os novos recursos de bate-papo público, você pode simplesmente arrastar e soltar um bate-papo no Painel de Contatos e soltá-lo no Bate-papo para compartilhar com outras pessoas.
  • Indicador de Chat no painel de contatos;
  • É possível visualizar balões de falas durante a digitação e quando uma mensagem é enviada nos espaços.
  • Status offline disponível;
    • Os cidadãos offline aparecem com um círculo cinza escuro.
  • Agora é possível visualizar quando os seus amigos estiveram online pela última vez no TownCenter.

TownCenter 1.7 : COMPARTILHAR CHAT - 25/03/2020
https://preview.redd.it/z3ltn2eb0v851.png?width=594&format=png&auto=webp&s=3830d107b53c45e846399b5f1529a2522fed8c34
  • Links de convites para bate-papos disponíveis;
    • É possível criar links de convite que podem ser colados em suas redes sociais que permitem acesso instantâneo ao seu chat (isso é apenas para cidadãos válidos no TownCenter). Experimente e compartilhe seu próprio lugar usando o menu do CHAT > opção Add/Invite Citizen. Ex.: https://towncenter.app/Chat/fvSoe9W-Centro
  • É possível reduzir cidadãos;
    • Quando os chats ficarem cada vez maiores, os administradores e moderadores desejarão ter ferramentas para permitir a remoção/redução do tamanho dos participantes. Essa ferramenta permitirá que os administradores mantenham seus Comerciantes e Moderadores, mas removem grandes quantidades de cidadãos inativos com base em uma porcentagem.
  • Twimoji no painel do cidadão;
  • Cidadãos dentro de convites de bate-papo ;
    • Os convites exibirão o número atual de cidadãos dentro do local de bate-papo.

TownCenter 1.8 : ESPAÇOS EM DESTAQUES - 05/05/2020
https://preview.redd.it/b2di1rnevu851.png?width=501&format=png&auto=webp&s=bbba87144622ae1781f1144b8cc187002142fb5e
  • Índice;
    • Semelhante à janela de espaços do MiniMundos/SmallWorlds, o TownCenter possui uma lista de salas em destaque. Você pode encontrar isso no canto superior esquerdo do painel Place & Chat.
  • Espaços em Destaques;
    • Foi disponibilizado nesta atualização uma versão básica de como será os mundos no TownCenter. Os espaços lançados foram: Cue Club, Center, Rachel's Tea Room, Smallwear, Trading Post, Scoops e Find Friends.
https://preview.redd.it/4y3mej0avu851.png?width=1205&format=png&auto=webp&s=242b6eec1fb864087d76b64eea5e4632cdb87710
  • Melhorias na Interface do Usuário;
    • UI do TownCenter recebeu uma atualização para animar de forma mais natural, melhorar seu desempenho e parecer bem legal (especialmente em smartphones!)
  • Detalhes do Chat;
    • Agora você pode verificar os participantes, nome, descrição, data de criação e futuras tags na nova opção Detalhes, que pode ser encontrada no menu Bate-papo e local!

TownCenter 1.9 : STREAM CHAT - 24/06/2020
  • Stream Chat disponível;
    • Os locais de bate-papo do TownCenter agora suportam até 500 cidadãos - e isso é apenas o começo. Num futuro próximo, queremos permitir que um número muito maior de vocês participem de um hangout em cada bate-papo (a próxima atualização será de 2000 e 20.000, se tudo correr bem).Isso também está disponível não apenas em nossos locais em destaque, mas em todos os locais com pelo menos 150 participantes. Depois de ter uma sala de bate-papo próspera, o switch Stream Chat estará disponível, o que permitirá até 500 convidados ao mesmo tempo.
  • Agora aparece somente cidadãos ativos no TownCenter nos espaços;
  • Melhorias de velocidade;
    • O TownCenter agora possui menus mais rápidos e carregamento do local. Também incorporamos um sistema de rampa gradiente para pessoas com conexões mais lentas. Esse sistema de rampa é carregado rapidamente antes que os gráficos visuais estejam prontos para exibição, permitindo feedback imediato ao pular bate-papos. Esse recurso também permitirá ocultar a eventual otimização de cenários (planos de fundo de lugares) para facilitar as compras, a verificação de roupas e o tempo de economia / carregamento de dados para aqueles que usam 4G.
Com isso fechamos a versão 1 do TownCenter e estaremos avançado para a versão 2.0 que se concentrará mais no design.
submitted by Natsu-Toswio to MiniMundos [link] [comments]


2018.11.27 01:50 rapelbaum Uma eloquente resposta de um Professor Escocês aos que pretendem boicotar Israel

Em primeira mão, para sua apreciação. Se quiser propor alterações, sinta-se à vontade.
------***---------
Uma eloquente resposta de um Professor Escocês aos que pretendem boicotar Israel

Tradução: Marcos L Susskind

Os estudantes da Universidade de Edimburgo votaram por boicotar Israel. O Professor e especialista em Oriente Médio lhes ensinou, ponto por ponto, por que eles estavam tão errados. Vale a leitura

O Dr. Denis MacEoin, um Professor Escocês não-Judeu escreveu uma carta para seus alunos que tinham votado pelo boicote a Israel, explicando por que isso era tão errado.

A Associação de Estudantes de Edimburgo (EUSA) apresentou uma proposta de boicote a todas as coisas de Israel, alegando que Israel é um regime de apartheid.

MacEoin é um especialista em Oriente Médio e foi editor sênior do Middle East Quarterly.

A seguir sua carta aos alunos

AO: The Committee Edinburgh University Student Association.

Permitam-me dizer algumas palavras aos membros do EUSA? Sou graduado de Edimburgo (MA 1975), onde cursei Estudos Persa, Árabe e História Islâmica em Buccleuch Place, com William Montgomery Watts e Laurence Elwell Sutton, dois dos maiores especialistas em Oriente Médio na Grã-Bretanha em sua época. Depois fiz meu Doutorado PhD em Cambridge e passei a lecionar Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade Newcastle. Naturalmente, sou autor de vários livros e centenas de artigos nesta área. Menciono tudo isso para mostrar que eu sou bem informado em assuntos do Oriente Médio e que, por isso, estou chocado e desanimado pelo resultado da votação na EUSA.

O que acontece com os fatos? Qual a Realidade?

Estou chocado por uma simples razão de: não há e nunca houve um sistema de apartheid em Israel. Não é minha opinião, é fato que pode ser testado frente à realidade por qualquer estudante de Edimburgo caso ele ou ela escolha visitar Israel para ver por si mesmo. Deixe-me esclarecer isso, uma vez que tenho a impressão de que os membros da EUSA que votaram assim, não têm absolutamente qualquer noção em matéria de Israel, e que eles são, com toda a probabilidade, vítimas da propaganda extremamente tendenciosa vindo do lobby anti-Israel.

Ser anti-Israel não é por si só questionável. Mas eu não estou falando sobre as críticas comuns a Israel. Estou falando de um ódio sem limites que se torna possível por causa das mentiras e mitos que são derramados. Assim, Israel é várias vezes referido como Estado "nazista". Em que sentido isso seria verdade, mesmo como uma metáfora? Onde estão os campos de concentração Israelenses? O einzatsgruppen? A SS? As Leis de Nuremberg? A Solução Final? Nenhuma destas coisas nem nada que remotamente se assemelhe a isto existe em Israel, precisamente porque os Judeus, mais do que ninguém na terra, entendem o que o nazismo representava.

Alega-se que houve um Holocausto Israelense em Gaza (ou em outros lugares). Onde? Quando? Nenhum historiador honesto trataria desta afirmação de qualquer forma, a nao ser com o desprezo que ela merece. Mas chamar Judeus de nazistas e dizer que cometeram um Holocausto é basicamente uma maneira de subverter um fato histórico.

A mesma coisa com apartheid. Para o apartheid existir, teria de haver uma situação similar às coisas ocorridas na África do Sul no âmbito do regime de apartheid. Infelizmente, para aqueles que acreditam nisso, um único fim de semana em qualquer parte de Israel seria o suficiente para mostrar como é ridícula esta acusação!

UmTriste Comentário sobre a Situação da Educação moderna

Verificar que um grupo de estudantes universitários, na verdade, votou e caiu neste engodo, é uma triste constatação sobre o Estado de Educação moderna. O mais óbvio foco de apartheid seriam os de 20% de Árabes que constituem a população de Israel. Pela lei, Árabes israelenses tem exatamente os mesmos direitos que os Judeus ou qualquer outra pessoa; muçulmanos tem os mesmos direitos que Judeus e Cristãos; já os Bahá'ís, severamente perseguidos no Irã, florescem em Israel, onde têm seu Centro Mundial; Muçulmanos Ahmadi, severamente perseguidos no Paquistão e em outros lugares, têm seguranca em Israel; os locais santos de todas as religiões são protegidos em Israel por determinação específica em lei. Árabes representam 20% da população em Universidades (um eco exato de sua percentagem na população).

No Irã, os Bahai (a maior minoria religiosa) são proibidos de estudar em qualquer Universidade ou de criar sua própria universidade: por que vocês não boicotam o Irã? Os Árabes em Israel podem ir a qualquer lugar que queiram, ao contrário dos negros no apartheid da Africa do Sul. Eles usam transportes públicos, eles comem em restaurantes, eles vão às piscinas, eles usam bibliotecas, eles vão aos cinemas ao lado dos Judeus - algo que nenhum negro foi capaz de fazer na África do Sul.

Os hospitais Israelense não tratam apenas Judeus e Árabes, eles também tratam Palestinos de Gaza ou da Cisjordânia. Nas mesmas alas, no mesmo teatro de operação. Em Israel, as mulheres têm os mesmos direitos que os homens: não há apartheid por sexo. Homens e mulheres gays não enfrentam restrições, e Palestinos gays, muitas vezes fogem para Israel, sabendo que podem ser mortos em casa.

Me parece estranho que grupos LBGT clamam por um boicote a Israel mas não se manifestam sobre países como o Irã, onde homens gays são enforcados ou apedrejados até a morte. Isto ilustra uma mentalidade de pobres de espírito.

Estudantes inteligentes pensando que é melhor ficar em silêncio sobre regimes que matam os gays mas que seja correto condenar o único país no Oriente Médio que salva e protege os gays. Será que se trata de uma piada de mau gosto?

Estudantes que não têm idéia de como pensar

Supostamente a Universidade deve ser de onde se aprende a usar o seu cérebro, a pensar racionalmente, a examinar evidências para chegar a conclusões com base em prova concreta, um lugar para comparar as fontes, para pesar um ponto de vista frente a um ou mais outros. Se o melhor que a Universidade de Edimburgo pode produzir hoje são alunos que não têm idéia de como fazer qualquer uma destas coisas, então o futuro é sombrio.

Eu não me oponho a críticas bem documentadas contra Israel. Eu rejeito quando pessoas supostamente inteligentes apontam únicamente ao Estado Judeu sem qualquer incomodo com paises que são terríveis no tratamento de suas populações. Estamos passando pela maior revolução no Oriente Médio desde o 7º e 8º séculos, e é claro que Árabes e Iranianos estão se rebelando contra regimes terríveis que lutam contra os seus próprios cidadãos, matando-os.

Cidadãos israelenses, tanto Judeus como Árabes, não se revoltam (embora sejam livres para protestar). No entanto, os estudantes de Edimburgo não organizam demonstrações e tampouco chamada para boicotes contra a Líbia, Bahrain, Arábia Saudita, Iêmen, e o Irã. Eles preferem fazer falsas acusações contra um dos paises mais livres do mundo, o único país no Oriente Médio que aceitou refugiados de Darfur, o único país no Oriente Médio que dá refúgio para homens e mulheres gays, o único país no Médio Oriente que protege a comunidade Bahai ... sera que há necessidade eu continuar?

O desequilíbrio é perceptível, e não dá crédito a qualquer um que votou por este boicote. Eu lhes peço para mostrar algum bom senso. Obtenham informação na embaixada de Israel. Chamem algum palestrante. Ouçam mais de um lado. Não façam vossa cabeça antes que vocês tenham dado uma oportunidade justa para ambas as partes exporem suas posições. Vocês têm um dever com seus alunos, e este dever é protegê-los de argumentos de um só lado.

Eles não estão na universidade para receber propaganda e sim informações e formação. E eles certamente não devem ser levados a um anti-semitismo que visa punir apenas um país entre todos os países do mundo, que é exatamente o único Estado Judeu. Se houvesse um único Estado Judeu na década de 1930 (que, Infelizmente, não havia), você não acha Adolf Hitler teria decidido boicotá,-lo?

A sua geração tem o dever de assegurar que o perene racismo de anti-semitismo nunca plante raízes nem seu meio. Hoje, no entanto, existem sinais claros que já o fez e esta colocando ainda mais. Vocês têm uma chance de evitar um grande mal, simplesmente usando a razão e um senso de Fair Play. Por favor, digam-me que isto faz sentido. Eu lhes dei algumas das evidências. Cabe a vocês encontrar outros por vós mesmos.

Atenciosamente,

Denis MacEoin 

Com tanto viés anti-Israel na imprensa, em meios como CNN e a BBC, muitos jornais e revistas no Brasil ajude a levar nossa mensagem para fora a tantas pessoas como possível. Você pode ajudar.


Edit: Recebi isso hj e fui pesquisar para garantir q não é fake . É de 2016 , porém acho o assunto atual e repasso com respectiva fonte original do Prof Denis MacEoin.
segue link : https://www.gatestoneinstitute.org/7792/edinburgh-student-association-israel
submitted by rapelbaum to brasilivre [link] [comments]


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